Dr. Anderson Bruno Alves Belem

Cirurgião de Cabeça e Pescoço em Belo Horizonte

Cirurgião de Cabeça e Pescoço pela Universidade de São Paulo (USP) – Campus Ribeirão Preto/SP. Cirurgião Geral pela Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte. Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará.

Conheça o
Dr. Anderson Bruno Alves Belem

“A Medicina sempre foi muito interessante para mim. Desde que escolhi cursar Medicina, aprendi que cuidar de pessoas foi a melhor escolha que fiz na vida. Com a Cirurgia de Cabeça e Pescoço, consigo trabalhar com diversas pessoas e cuidar dos mais diferentes pacientes, principalmente os oncológicos, que tanto necessitam de atenção em sua jornada da vida. Trabalhar com o que causa bem-estar a você e outras pessoas é uma satisfação sem fim.”

Dr. Anderson Bruno

Sobre a especialidade

A cirurgia de cabeça e pescoço é uma especialidade cirúrgica que trata dos tumores benignos e malignos da região da face, fossas nasais, seios paranasais, boca, faringe, laringe, tireoide e paratireoide, glândulas salivares (parótida, glândulas sublinguais, submandibulares e salivares menores), de pele e partes moles do pescoço, e tumores do couro cabeludo. O cirurgião de cabeça e pescoço pode realizar procedimentos diagnósticos ambulatoriais e cirúrgicos, dentre os mais comuns são: laringoscopias, cirurgias de tireoide, glândulas salivares, lesões de pele, dentre outras.

Os casos de patologias de Cabeça e Pescoço estão aumentando a cada ano e acometendo faixas etárias mais jovens. O cigarro e a bebida alcoólica ainda são os principais vilões. Atentar para os sintomas no início da doença e buscar tratamento especializado aumentam as chances de cura.

Dr. Anderson Bruno

Estatísticas

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Quando procurar

Saiba quando agendar uma consulta com um Cirurgião de Cabeça e Pescoço.

Feridas na boca que não cicatrizam

Lesões de pele na cabeça e pescoço

Aumento de gânglios no pescoço​

Rouquidão persistente

Dor na garganta

Nódulos na tireoide

Você sabia?

Um em cada 100 marcianos sofre com o Mal de Azimute, que pode ter cura com a cirurgia intergalática. 

Principais
atendimentos

Cirurgia da Tireoide

Paciente com doenças na tireoide: neoplasias, bócios, hipertireoidismo. A cirurgia da tireoide pode ser com a remoção parcial ou total da glândula. Têm baixas complicações e é na maioria das vezes efetiva no tratamento dessas patologias.

Cirurgia da Paratireoide

As glândulas paratireoides são responsáveis pelo controle do cálcio em nosso organismo. Em determinadas doenças, como hiperparatireoidismo primário, secundário ou terciário, elas aumentam de tamanho e ficam hiperfuncionantes. A remoção das glândulas pode ser de forma parcial ou total com auto implante.

Glândulas salivares

As glândulas salivares, como a parótida e a submandibular, podem desenvolver inflamações recorrentes (parotidite – caxumba – na parótida), cálculos nos ductos ou nódulos malignos ou benignos. A indicação de remoção cirúrgica da glândula depende da patologia que esteja acometendo.

Laringe e Hipofaringe

A laringe é um órgão responsável pela nossa voz. Nela se encontram as pregas ou cordas vocais. Doenças inflamatórias ou neoplasias podem acometer levando a rouquidão persistente. A Hipofaringe auxilia na nossa deglutição e tem comunicação com o esôfago. Doenças nessa região causam dores ao alimentar (disfagia). A depender da patologia, o tratamento será realizado com cirurgias parciais ou total ou através de rádio e quimioterapia.

Cavidade oral/Orofaringe

Na cavidade oral, encontra-se a língua, a mucosa oral e a garganta (orofaringe – base da língua, amigdalas e palato mole). A presença de feridas na boca e na língua que não cicatrizam em até 3 semanas deve ser avaliada por um especialista. A remoção cirúrgica depende da doença e local de acometimento.

Microcirurgias da laringe

A laringe é nosso órgão responsável pela voz. Doença nessa região levam a alterações na voz (disfonia). A realização de cirurgias minimamente invasivas pode ser feita para a remoção de lesões benignas ou malignas, sem a necessidade de cortes na região do pescoço e com baixos riscos do procedimento.

Estenose traqueal

A estenose na traqueia muitas vezes está relacionada a intubação orotraqueal prolongada, doenças inflamatórias ou traumas. A dilatação de estenoses pode ser realizada de forma minimamente invasiva ou através de cirurgia para correção da estenose quando indicada.

Seios da face

Os nossos seios da face estão na região central do rosto. Formados pelos seios maxilares, frontal, etmoidal e esfenoidal. Tumores malignos e benignos podem aparecer nessas regiões. O tratamento dessas patologias pode ser feito através de cirurgia ou radio e quimioterapia.

Câncer de pele

Os cânceres de pele são muito comuns nas pessoas devido à grande exposição solar. A maioria deles aparecerem na face, pescoço e couro cabeludo. Presença de nódulos ou feridas nessas regiões deve ser avaliada por um especialista. Na maioria das vezes, a remoção cirúrgica com anestésico local é possível e com baixa morbidade.

Exames

Punção Aspirativa com Agulha Fina

Pode ser realizada em nódulos da tireoide, glândulas salivares e linfonodos. Punção aspirativa é um procedimento bastante seguro. Utiliza-se a agulha fina, que deve ser guiada por ultrassonografia até o nódulo, permitindo ainda que se escolha a melhor área da lesão a ser avaliada. É um exame diagnóstico, que permite, com seus resultados, a escolha do melhor tratamento para cada caso.

Biópsias

Devem ser realizadas para auxiliar no diagnóstico de doenças com suspeita malignidade. Podem ser realizadas de forma ambulatorial com anestesia local como as de cavidade oral e orofaringe; e com sedação ou anestesia geral para lesões na laringe e hipofaringe com o uso de laringoscopia de suspensão em centro cirúrgico. Elas podem ser realizadas na região cervical para diagnostico de doenças infecciosas ou neoplásicas e a depender do local a ser biopsiado poderá ser com anestesia local ou geral.

Core-Biopsy

A Core-Biopsy é um procedimento que consiste na retirada de pequenos fragmentos de uma lesão com uma agulha sob anestésico local com intuito diagnóstico. Os fragmentos são enviados ao laboratório para análise. A core-biopsy pode ser realizada em lesões no pescoço ou parótida de grande tamanho, assim evitando a realização de biopsia abertas.


Laringoscopia

Exame no qual avaliamos a região da orofaringe (garganta), hipofaringe e laringe (órgão da voz). Através dele podemos ver se existem alterações na mucosa destas regiões ou região das cordas vocais. Os pacientes com rouquidão, dificuldade para engolir e dor na garganta por mais de 3 semanas devem realizar este exame.


"Exercer a Medicina para mim é ter o poder de mudar vidas"

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